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Archive for the ‘Divertosos!’ Category

O polonês naturalizado americano Arthur Rubinstein é considerado um dos pianistas virtuosos mais importantes do século XX. Suas interpretações de Chopin são aclamadas como as melhores do século.

Mas este post não se trata da sonoridade de Rubinstein, mas de algo mais visível: suas capas de discos. Inúmeras vezes ví algumas capas dos álbuns de Rubinstein e tive que parar para contemplá-las por alguns instantes. A maioria são apenas fotos com filtros que as deixam com uma textura diferente, mas as imagens registradas são de uma riqueza artística tão sofisticada quanto o conteúdo músical do disco.

Veja algumas:

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Meu primeiro contato com Edward Sharpe and the Magnetic Zeros foi através de um vídeo que me deparei de pai e filha cantando Home, uma das canções do grupo americano.

Apesar de ter sido a pergunta “One day i’m gonna whistle?” (Um dia eu vou assoviar?) da pequena Alexa a coisa que mais me chamou atenção no vídeo, a canção é de um romantismo e alegria que me fez ficar curioso em conhecer a versão original.

Ao procurá-la, encontrei um vídeo de uma apresentação no programa Late Show, apresentado por David Letterman. Mais uma vez, a música (quase) ficou em segundo plano com o despretenciosismo na performance: o casal estava não apenas curtindo aquilo, mas aparentando explicitamente que eles estavam cantando para eles próprios, ao invés de montar uma apresentação voltada ao público. É como o refrão diz: Home is wherever I’m with you (Lar é qualquer lugar em que eu esteja com você).

O álbum de estréia, Up From Below – lançado em 2009 – varia em diversas vertentes. Ora hippie, ora folk, ora indie. O blog do Lenhador disponibilizou o CD para download.

Sugiro.

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Este clipe, além de ser bacanudo pela briga de casal nada convencional (e politicamente incorreta), é um pretexto para eu falar do meu novo blog.

Muitas vezes eu me vi com vontade de escrever sobre temas minuciosos sobre Bob Dylan, desde comparações das várias versões que ele mesmo faz de suas músicas, até escrever sobre novidades e temas relevantes num contexto específico. Assim nasceu o:

Este clipe abaixo é do penúltimo CD de estúdio lançado pelo cantor, intitulado Together Through Life, de 2009.

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Assim como tantos outros clipes da banda OK Go – que recentemente se apresentou no monótono VMB 2010 da MTV, o último vídeo do grupo não poderia deixar de ser divertido e em uma só tomada.

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Clique na imagem para visualizá-la no tamanho original

Obrigado pela piada, Allan!

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Ok, ok. Este clipe não chega ao nível de bacanice do vídeo de estréia da série “Clipes bacanudos”. Mas gostei da idéia do corpo de papel e a música também tem sua qualidade (mesmo sendo uma mistura de Siouxsie and the Banshees com Shakira[!]).


Mowgli é o personagem Mogli, do “Livro da Selva”, de Rudyard Kipling.

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Desreverência

O ambiente de música erudita é conhecido pela sobriedade. Num concerto, o silêncio deve ser absoluto durante as peças e alguns costumes (como não aplaudir entre um movimento e outro) produzem uma atmosfera carrancuda e introspectiva, mesmo quando as obras apresentadas inspiram alegria e uma apologia à dança, por exemplo.

Seria uma inocência achar que os bastidores do cenário erudito fosse um espelho do que ocorre nos palcos. Alguns músicos devem seguir a risca esse respeito fechado e sério, mas, por sorte, temos aqueles que conseguem suavizar e deixar o ambiente agradável, desaparecendo as barreiras e os guias de conduta da música clássica.

Itzhak Perlman talvez seja o de maior destaque.

Neste vídeo, durante um aparente workshop (ou algo assim), ele observa um garoto executar um staccato (a grosso modo: quando toca-se duas ou mais nota com um hiato entre elas, “batendo” rapidamente o arco nas cordas).

Quando o garoto termina, ele conta uma história do violinista Josef Gingold, que não dominava bem a técnica do staccato. Durante um concerto, o também violinista Eugène Ysaÿe, que tinha uma presença imponente, questionou o staccato de Gingold e ofereceu ajuda para aprimorá-lo. Pediu a concentração de Gingold e gritou: “Vai!”. O violinista ficou tão nervoso que nunca mais desaprendeu a “tremer” com o arco.

Outro momento protagonizado por Perlman se dá no mesmo evento. Ele explica que durante a gravação do Capricho número 5 de Paganini, em um lugar grande e que ecoava bastante, ao ouvir o playback do que gravou, Itzhak ouviu uma mistura de notas e sons por conta da reverberação. Bem humorado, ele justifica: “Eu sei que eu toquei todas as notas!”.

Abaixo, outros registros de momentos de descontração entre os músicos eruditos, tão acostumados à solenidade e rituais monótonos.

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