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Archive for março \30\UTC 2008

Desculpe, mas terei que postar dois extras para o meu “Top 5 – Vozes femininas atuais”. Eu juro que tentei manter minha palavra e respeitar o número da seleção, mas é difícil deixar essas duas bandas de fora.

Extra#1: Metric – Empty

Extra#2: Paramore – Misery business

Mal ae…

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Top 5 – Vozes femininas atuais

Gosto de mulheres. E muito! Além de belas e envolventes, muitas delas detém habilidades que as fazem ainda mais contempladas por mim.

Para isso, fiz um Top 5 das vozes femininas atuais que fazem minha mente ultimamente:

5 – KT Tunstall – Black Horse And The Cherry Tree

4 – CéU – Lenda

3- Cat Power – The Greatest

2- Kate Nash – Foundations

1- Amy Winehouse – You Know I’m No Good

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Jota Quest – Ao vivo MTV

     Comprei recentemente o CD “Ao Vivo MTV”, do grupo mineiro Jota Quest. Adquiri o artefato pelo simples motivo de ter em meu acervo uma compilação bacana das músicas do grupo.

    Contudo, conforme eu fui ouvindo e re-ouvindo o CD, boa parte das músicas faziam parte do meu repertório vivo, já que lembrava integralmente ou em partes da maioria das músicas. Então eu parei para escutar.

    Jota Quest é uma ótima banda. O que faz uma banda ser pop? Ser comercial ou ser comercializável? Sendo a segunda opção a mais correta, vejo que Jota Quest como pop. E, quero salientar, ser comercializável não é crime. Não sou daqueles que só ouve bandas desconhecidas, pobres, com produções toscas e shows insanos. Escuto elas também, mas não apenas.

    Jota Quest é um pop/rock-funk/soul com uma ótima qualidade. São músicos bons, que sabem escolher minimamente o quê fazer em cada parte da canção, sabendo respeitar os outros integrantes, além de tocar para a música, e não utilizarem dela para mostrarem o quão são capazes. Pode parecer um detalhe pequeno e quase ínfimo, mas muita diferença, principalmente no estilo que eles se encaixam.

    Sobre o CD, é impossível ficar sem conhecer grande parte das músicas. Para o bem e para o mal, admito. “Fácil” não é uma canção boa, por exemplo. Porém, a maioria das músicas é boa, não ÓTIMA, mas boa, e é isso que eu espero de uma banda “comercializável”. Nem todas conseguem se manter no degrau radiofônico enquanto evoluem estética e liricamente. Conto nos dedos exemplos assim (a começar pelos Beatles).

Meu TOP 5 do CD:

5- Encontrar alguém

4- Dores do mundo

(Desculpe pela qualidade deste vídeo, mas foi o melhor que eu achei)

3- Do seu lado

2- Mais uma vez

1- Na moral

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Links dylanescos

Sem enrolação, cito alguns links interessantes sobre Bob Dylan:

ExpectingRain – Página com várias informações sobre o cantor e textos ligados à ele, além de informações detalhadas sobre suas turnês e seus repertórios.

SongMeanings – Site com discusses para letras de vários compositores. Neste link, atalho para a página de Dylan, com declarações construtivas (e outras nem tanto) sobre muitas músicas do cantor.

Dylanchords – Contém cifras e tablaturas de praticamente todas as músicas tocadas por Bob Dylan. Eyolf Østrem, dono do site, escreve também vários textos sobre álbuns, versões e outros temas ligados ao músico. Vale a pena navegar um pouco em seu blog também.

Wikipedia – Página sobre Bob Dylan na enciclopédia digital americana. Uma biografia básica, além de links para informações sobre seus álbuns, suas fases e muitos outros dados.

Wikiquote – Inúmeras citações de Dylan.

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Simpatia enrustida

Bob Dylan é famoso pelo seu temperamento ácido com os jornalistas, sua timidez em alguns momentos, além de sua indiferença com o público que o acompanha. Talvez tudo isso esteja certo, mas também tudo isso não deixa de ser uma interpretação da personalidade de Dylan.

No show de ontem (06/03), vi que Bob não é indiferente com o público. Obviamente ele não é um frontman ideal, como Sir McCartney ou Dave Grohl, mas tem carisma, de seu jeito. Entre algumas canções, Dylan agradecia com uma singela reverência, que demonstra, na minha interpretação, mais timidez do que indiferença com quem assistia.

No meio da música “Thunder on the mountain”, primeira do bis, uma mulher sobe ao palco e rouba um beijo de Bob. Os seguranças agem prontamente e agarram a intrusa, enquanto o franzino Dylan ajeita seu chapéu e, rindo, pede ao segurança que não seja grosseiro com a donzela. O baixista, Tony Garnier, reclama que a mulher não avançou nele. Todos no palco se divertem com a situação. Não há constrangimento, indiferença ou raiva no incidente.

Antes de começar a música que fecha o show, Dylan apresenta a banda com comentários bem humorados sobre os integrantes. Ao final de “Blowin’ in the Wind”, Dylan declara o término de seu show indo até o meio do palco com seus companheiros e, tímido, agradece às ovações.

Dylan em momento raro de diversão não enrustida no palco.

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Guitarrista enrustido

Há quem diga que Bob Dylan atualmente vive de seu passado e baseia seu repertório dessa turnê nas músicas que fizeram sucesso nos anos 60. Além disso, muitos críticos acham ruim essa contínua releitura de suas músicas, até as mais novas, que passam por uma reciclagem, tornando-se canções praticamente inéditas.

Fui ao show de Mr. Dylan na quinta (06/03), na Via Funchal (São Paulo), com meu amigo e fã dylanesco Léo. Chegamos no local umas 9h15 e já entramos direto em direção à nossa mesa, para matar a curiosidade, além de tentar se acalmar até que show começasse. Na nossa mesa, um casal, digamos, “contemporâneos de Dylan”, já estavam sentados. Outros dois casais, esses provavelmente nascidos no começo da época cristã do cantor, nos acompanharam no show.

O concerto começou pontualmente às 22hs. Após as luzes serem apagadas e um locutor rastejar um inglês pouco fluente, a troupe sobe sorrateiramente ao palco. Como de praxe, as três primeiras músicas são tocadas com Dylan empunhando sua guitarra Fender Stratocaster, ligada no amplificador Bassman 59’, da mesma marca. Com uma coreografia de perna que faz alusão aos remelexos dos roqueiros dos anos 50 – obviamente com uma releitura de alguém que está perto dos 70 anos, e aparenta ter muito mais – Bob mal toca as bases das músicas, preferindo colorir as canções com alguns solos pontuais, simples, mas surpreendentemente bem tocados, já que poucas vezes se ouviu solos de guitarra deste senhor.

Abaixo, um exemplo de Dylan solista, além do Dylan blasé (na presença de um ativista ou baderneiro qualquer).

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Maratona Dylan

 

Bob Dylan

Passei o mês de fevereiro me preparando para um dos eventos mais importantes e marcantes da minha experiência musical: um show de Bob Dylan. Desde o final do carnaval, escutei apenas Dylan, me familiarizando com todas suas fases e conhecendo um pouco mais das suas quase 700 versões existentes no meu PC.

Para finalizar esta fase, colocarei neste blog diversos textos ligados ao show que presenciei, além de outras informações que julguei interessante!

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